sábado, 21 de setembro de 2013

Impor-se - pela doçura e pela bondade




Impor-se - pela doçura e pela bondade

"Vigiai bem o vosso comportamento na vida quotidiana. Se vos julgais fortes e competentes – e é possível que o sejais de facto, o que é ótimo –, não procureis impor-vos com o pretexto de que precisais de ser reconhecidos. Porquê? Porque suscitais nos outros o desejo de vos fazerem frente. De início, talvez eles fiquem impressionados e vos respeitem, ou até vos temam... Mas, enquanto pensais que impusestes a vossa autoridade, eles, em segredo, farão tudo o que puderem para arranjar armas contra vós. E esse desejo foi suscitado neles por vós, pois eles estarão a seguir o vosso exemplo. Aquele que ostenta a sua força desperta nos outros o instinto de agressividade. Não se tem a noção de todos os meios que as pessoas são capazes de pôr em ação quando um superior, ou alguém que se julga superior, as humilhou com uma atitude de desprezo, um tom autoritário, palavras que ferem.

A verdadeira autoridade, obtê-la-eis cultivando a bondade, a doçura, a paciência. Talvez os outros comecem por interpretar mal a vossa atitude pensando que sois incapazes, fracos, e tentem abusar da situação. Mas, se perseverardes, em breve eles serão obrigados a reconhecer a vossa autoridade e as vossas competências, e então conquistareis não só o seu respeito mas também a sua amizade."
Omraam Mikhaël Aïvanhov

http://www.prosveta.com/thought-of-the-day.phtml?date=2013-07-06&am...

imagem:http://rogeriabreves.blogspot.pt/

GRATIDÃO


Flor do dia...


"Enquanto o seu coração não estiver vibrando em gratidão por cada um dos que compõe a sua constelação familiar, você estará preso.


Cada mágoa, cada ressentimento, é como uma algema. Essas são as contas abertas às quais sempre me refiro. Muitos deixam o corpo mantendo assuntos inacabados; e estando fora do corpo, e tendo uma visão mais clara das coisas, tentam consertar ou resolver tais assuntos, o que pode ser muito angustiante pelo simples fato de que raramente um vivo escuta um morto. “Morte” é uma palavra que usamos para o fim do corpo. Mas, você não é o corpo, e continua carregando essas contas abertas. Então, o que pode ajudar uma alma a se libertar é tomar consciência do quê está fazendo dela uma prisioneira. O ódio prende; o perdão libera. Somente o perdão pode fazer o coração vibrar na gratidão.”

Sri Prem Baba 

SABEDORIA DO UNIVERSO



Há sempre uma resposta para cada pergunta...uma solução para cada problema.

Nunca estamos perdidos, sozinhos ou abandonados na vida, porque sabedoria e orientação infinitas estão sempre connosco.

Aprenda a confiar nisso e se sentirá seguro para toda a vida.

Diariamente vou para dentro de mim, para entrar em contato com toda sabedoria do Universo.

Estou sendo constantemente guiado pelos caminhos que me levam no bem mais alto e à alegria maior.

E tudo está bem no meu mundo..."

Louise L. Hay

CONSTRUIR A PAZ

Que a paz esteja conosco. Assim Seja!

«Existe uma tentação extremamente subtil e perigosa para confundir a paz com a simples ausência de guerra, como se fôssemos tentados a confundir a saúde com a simples ausência de doença, ou a liberdade com a ausência de prisões. Por exemplo, «coexistência pacífica» é uma expressão que significa ausência de guerra e não paz verdadeira.


Passemos, então, a definir «paz positiva» como o começo da compreensão mútua, do respeito e consideração pelo outro como diferente de nós. A paz positiva é aquilo que chamo coexistência dos espíritos e dos corações.Esta definição é válida para a paz entre grupos, nações, blocos, etc...»


Dominique Pire
Construir a Paz

terça-feira, 24 de julho de 2012



O QUE É FELICIDADE?


"O que é Felicidade? Depende de você, de seu estado de consciência ou de inconsciência, se você está adormecido ou desperto.(...)

A felicidade depende de onde você está em sua consciência. Se você estiver adormecido, então o prazer é a felicidade. Prazer significa sensação, tentar alcançar algo por meio do corpo. De todas as maneiras, as pessoas estão tentando alcançar a felicidade por meio do corpo. O corpo pode lhe dar apenas prazeres momentâneos, e cada prazer é equilibrado na mesma medida, no mesmo grau pelo desprazer, pelo sofrimento.

Cada prazer é seguido pelo seu oposto, pois o corpo existe no mundo da dualidade. Assim como o dia é seguido pela noite, a morte é seguida pela vida e a vida é seguida pela morte...

Trata-se de um circulo vicioso. Seu prazer é seguido pela dor, sua dor será seguida pelo prazer, mas você nunca ficará à vontade. Quando estiver em um estado ficará com medo de perdê-lo e esse medo o envenenará. Quando estiver perdido na dor, é claro, estará em sofrimento e fará todo esforço possível para sair dele, apenas para voltar a ele mais tarde.

Buda chama isso de roda do nascimento e da morte.

Seguimos nos movendo nessa roda e nos apegamos a ela...e a roda segue em frente. Às vezes aflora prazer, às vezes o sofrimento, mas somos esmagados entre essas duas rochas.

A pessoa adormecida não conhece mais nada além de algumas sensações do corpo: comida e sexo; esse é seu mundo. Ela segue se movendo entre esses dois...Estes dois são os terminais de seu corpo: comida e sexo. Se ela reprime o sexo, fica viciada em comida; se ela reprime a comida fica viciada em sexo. A energia segue movendo como um pêndulo. No máximo, tudo o que você chama de prazer é apenas um alívio de um estado tenso. (...)

O que chamamos de "felicidade" depende da pessoa. Para a pessoa adormecida, sensações prazerosas são a felicidade; ela vive de prazer em prazer. Ela está simplesmente correndo de uma sensação a outra, vivendo de pequenas excitações; sua vida é muito superficial, não tem profundidade, não tem qualidade. Ela vive no mundo da quantidade.

E há pessoas que estão no meio, que não estão adormecidas nem despertas. Às vezes você tem essa experiência quando levanta pela manhã e ainda não sabe se está acordado ou ainda está dormindo. Ouve os sons, mas ainda tem a impressão de tudo fazer parte do sonho; não é parte de sonho, mas você ainda está em um estado intermediário.

O mesmo acontece quando você começa a meditar. O não-meditador dorme e sonha; o meditador começa a se afastar do estado adormecido em direção ao estado desperto; ele está em um estado transitório. Então felicidade tem um significado totalmente diferente; ela se torna mais uma qualidade e menos uma quantidade, é mais psicológica e menos fisiológica.

O meditador desfruta mais a música, a poesia, desfruta criar alguma coisa, desfruta a natureza e sua beleza, o silêncio, desfruta o que nunca desfrutou antes, e isso é muito mais duradouro. Mesmo se a música cessar, algo se prolonga nele.

E a felicidade não é um alívio. A diferença entre o prazer e essa qualidade de felicidade é que essa última não é um alívio, mas um enriquecimento. Você fica mais repleto e começa a transbordar. Ao escutar uma boa música, algo se desencadeia em seu ser, uma harmonia surge em você; você se torna musical. Ou, ao dançar, subitamente você se esquece de seu corpo; ele fica leve, deixa de existir a força da gravidade sobre você; de repente você está em um espaço diferente: o ego não é mais tão sólido, o dançarino se dissolve e se funde na dança.

Isso é bem superior, bem mais profundo do que o prazer que você obtém da comida e do sexo; isso tem uma profundidade, mas também não é o final.

O final acontece somente quando você está completamente desperto, quando você é um Buda, quando todo o sono, o sonhar se foram, quando todo o seu ser estiver repleto de luz, quando não houver escuridão dentro de você. Toda escuridão desapareceu e, com essa escuridão, o ego se foi; todas as tensões desapareceram, toda angústia, toda ansiedade.

Você fica em um estado de total satisfação e vive no presente, sem mais nenhum passado e nenhum futuro. Você fica completamente no aqui-agora; este momento é tudo, o agora é o único tempo e o aqui é o único espaço. E então de repente, todo o céu repousa sobre você. Esse é o estado de plenitude, a felicidade verdadeira.

Procure o estado de plenitude, ele é seu direito inato.
Não fique perdido na floresta dos prazeres; eleve-se um pouco mais, alcance a felicidade e depois a plenitude.

O prazer é animal, a felicidade é humana, a plenitude é divina.

O prazer o prende, o acorrente; ele é uma escravidão. A felicidade lhe dá um pouco mais de corda, um pouco de liberdade, mas somente um pouco. A plenitude é a liberdade absoluta; você começa a se elevar, ela lhe dá asas. Você deixa de ser parte da terra grosseira e passa a ser parte do céu, você se torna luz, alegria.

O prazer depende dos outros; a felicidade não depende tanto dos outros, mas ainda assim está separada de você; a plenitude não dependente e também não está separado...ele é o seu próprio ser, a sua própria natureza."

Osho em Alegria a Felicidade que Vem de Dentro

http://ventosdepaz.blogspot.com/2011/

HAZRAT INAYAT KHAN - O AMOR É COMO FOGO



HAZRAT INAYAT KHAN - Escritor, filósofo, poeta e músico sufi indiano - 1882-1927.

O AMOR É COMO FOGO:

Algumas vezes, as pessoas se amam à primeira vista, às vezes a presença de alguém atrai uma pessoa como um ímã, outras vezes alguém vê uma pessoa e sente: “Devo tê-la conhecido durante toda a minha vida.”

Algumas vezes alguém fala com outra pessoa e encontra tanta afinidade como se as almas se compreendessem. Tudo isso é explicado pela idéia de almas-irmã.

Um coração iluminado pelo amor é mais precioso do que todas as jóias e pedras preciosas do mundo.

Existem tantas qualidades diferentes de corações como existem substâncias diferentes no mundo. Há corações de metal que levam muito tempo e precisam de muito fogo de amor para esquentar e uma vez aquecidos se derreterão e poderão ser amoldados como se deseja na ocasião, mas logo depois se tornam frios. Há corações de cera que se derretem instantaneamente à vista do fogo e se há um pavio ideal, conservarão suas chamas até não mais existirem. Há corações de papel que são acesos com um leve toque de fogo e transforma-se em cinzas num momento.

O amor é como o fogo; seu brilho é devoção, sua chama é sabedoria, sua fumaça é afeição e suas cinzas desligamento. As chamas surgem da brasa, assim é com a sabedoria que surge da devoção. Quando o fogo do amor produz a chama, ela ilumina o caminho do devoto, na vida, como uma tocha e toda a escuridão desaparece.

Fonte: Livro: Mensagem Sufi de Liberdade Espiritual - Volume V - Pérolas do Oceano Invisível - Fundação Editorial Universalista - FEEU.

http://lucio-vergel.blogspot.com.br/search?updated-max=2012-05-17T05:26:00-07:00&max-results=7&start=25&by-date=false